segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Ah, o sorriso

Fã de carinho mensurado, de demonstração de amor e de ocorrências. Prazer, a amásia do sorriso.
Para alguém que sempre gostou de carinho, afeto, afago e apego, nada mais justo que uma bela combinação de demonstração de amor com um sorriso, seja ele como for. Porque sorrisos são como achados em corações, pois há os completos, incompletos, vazios, tranquilos, calorosos, apaixonantes e suaves. Sorrisos são a primeira impressão -e que impressão-, e há os que precisamos fazer uma forcinha para que apareçam, porque quando se mostram é como se o mundo parasse e admirasse aquele momento.
E há os que se julgam sorridentes demais, que chegam a se ver constrangidos por sorrir tanto. Moço, teu sorriso é a salvação dos dias, é nele onde me encontrei e é exatamente onde permanecerei.
Sorrisos são calma em tempestades, são a conjugação mais-que-correta do verbo "Encantar" no presente/passado e futuro-mais-que-perfeito. Sorrisos são a base de uma estrutura muito bem montada delimitada por olhos, porque se os mesmos são a porta da alma, os sorrisos são a porta do coração, e deixando claro, são poucos os que fazem o meu derreter, e esses poucos transformam segundos em muitos, e em válidos.
Ah, o sorriso é capaz de roubar outros mais, de tirar lágrimas, de aquecer o frio interno e o mais importante, de furtar os corações em busca de algo para fazê-los notarem o que há de belo e um segundo onde os cantos dos lábios se arqueiam. Que sejam os acompanhados de covinhas, os levemente curvados, os acompanhados de cores fortes, os delineados por lábios bem formados, os que se fazem presentes em momentos extraordinários e que sejam poucos, que sejam válidos e que nos façam sorrir.
Postar um comentário